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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

LIVRO CORAÇÃO LIBERTÁRIO DE EDNARDO BEZERRA CITADO EM TEMA DA REVISTA VEJA!!!!

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Edição 1 793 - 12 de março de 2003

Geral Comportamento










O escritor que mais vende no Brasil atualmente

A cara disputa da America's Cup de iatismo

Ginástica, Botox e bisturi adiam a velhice

O caviar pode acabar

Já dá para confiar nas previsões

As mulheres e o sexo casual



Economia e Negócios

Guia

Artes e Espetáculos



colunas





VEJA Recomenda

Os livros mais vendidos



arquivoVEJA





(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)



Arquivo 1997-2003



Beijinho, beijinho;

tchau, tchau

Cada vez mais mulheres aceitam

e buscam o sexo sem compromisso,

com amigos ou desconhecidos







Ariel Kostman



Montagem sobre fotos de Pedro Rubens

Candidatos a "ficantes"

• ex-namorado

(vantagem: confiança)



• amigo (vantagem: carinho)



• desconhecido

(vantagem: anonimato)



• homem muito mais jovem (vantagem: baixíssima expectativa de compromisso)



• homem muito mais velho (vantagem: experiência)









Nas relações amorosas, sabe-se desde sempre, mulher é louca por um compromisso. Mas, enquanto o parceiro ideal não chega, cada vez mais moças estão aderindo a uma prática que já foi exclusiva dos homens: o sexo casual, do tipo uma vez só e adeus. No universo feminino, sexo sem compromisso (definição: você não só não espera um telefonema no dia seguinte como foge dele) virou algo mais generalizado do que em qualquer época anterior, ocorre em qualquer faixa de idade e é praticado de maneira muito mais aberta – inclusive, discutido com as amigas que também fazem. Ao contrário dos anos 70, quando, no auge do movimento hippie e antes do fulminante advento da Aids, o celebrado amor livre era comportamento restrito a grupos alternativos, hoje é atitude que permeia todas as tribos, de punks a esportistas, de clubbers a patricinhas. E artistas, naturalmente: entre um namoro firme e outro, beldades de coração libertário como Vera Fischer e Luana Piovani se divertem com quem podem e querem.




As adeptas das relações casuais têm até um hino, o hit dos Tribalistas Já Sei Namorar. Observe: é só tocar o refrão – "Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem" – que as mulheres presentes se agitam e fazem coro. "O legal do sexo sem compromisso é que você não se preocupa tanto com o parceiro. Você pensa mais é no seu próprio prazer", diz a paulistana Lisandra Maioli, 24 anos, uma das poucas a concordar em se identificar para esta reportagem (os tempos mudaram, mas a experimentação sexual da mulher ainda é socialmente desconfortável). Um exemplo? Durante as férias em Porto Seguro, na Bahia, Lisandra conheceu um rapaz num bar e menos de uma hora depois estavam fazendo sexo na praia. "Eu sabia que seria só aquela noite e tratei de aproveitar da melhor maneira possível", lembra. Para ela, o mais importante nesse tipo de relação é a atração física. "Sei perfeitamente separar sexo de amor", garante. Só lamenta que alguns parceiros insistam em compromisso. "Por mais que eu fale que não precisa me telefonar no dia seguinte, alguns ligam e querem sair de novo."



Em suas pesquisas sobre o tema, Ailton Amélio, professor de relacionamento amoroso do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, vem observando um aumento significativo no número de mulheres que fazem sexo no primeiro encontro. "Muitas não mais exigem segurança ou compromisso. Precisam apenas estar no clima", diz Amélio. Para gerações mais veteranas, é difícil acreditar que isso aconteça mesmo com tanta naturalidade, sem corações partidos nem auto-estimas estilhaçadas. Para especialistas, a adesão feminina ao sexo casual provavelmente foi impulsionada pela prática do "ficar", tipo de relacionamento que cresceu vertiginosamente nos anos 90. "O ficar é um encontro de um dia ou uma noite que pode ir de uma simples troca de beijos a uma relação sexual", define a psicóloga carioca Jacqueline Chaves, autora do livro Ficar com: um Novo Código entre Jovens. No meio ultrajovem em que vingou (meninos e meninas de 11, 12 anos já ficam), o relacionamento em geral acaba não passando de beijos e carícias. Quando a garota se torna mais velha, eventualmente ela continua ficando, só que em estágios mais adiantados.



Bonita e discreta, a estudante de publicidade R., de 22 anos, considera-se uma menina "totalmente normal" e não vê nenhum problema em manter relações sexuais com alguém que acabou de conhecer. "Para fazer sexo, basta eu ter vontade", define. Ela conta que certa vez flertou com um desconhecido no balcão do check-in de um vôo para o Nordeste. O vôo foi cancelado e a companhia acomodou os passageiros em um hotel. "Fomos para o quarto e passamos a noite juntos", lembra R. "No dia seguinte, não trocamos telefones, nada. Foi pura atração física. E foi muito gostoso." Nem todas as experiências, claro, são prazerosas. "Às vezes, o cara não é legal, e no dia seguinte dá uma sensação ruim, meio de nojo. Mas passa." R. também mantém relações eventuais com outro parceiro bem comum entre as adeptas do sexo casual: o ex-namorado. "Quando um dos dois está a fim, liga para o outro", conta. "Sem sentimento e sem esperança de voltar." A vantagem desse tipo de parceria é a baixa expectativa – além do conhecimento do histórico médico dele. A desvantagem é o vai-e-vem derrapar para um relacionamento mal resolvido. "Eu tenho o que chamo de 'amigos de manutenção', rapazes que já conheço e com quem rola quando dá vontade. É melhor do que sair com desconhecidos", acredita M., universitária carioca de 24 anos.





Como a coisa rola

• O sexo casual normalmente acontece depois de uma noitada numa boate com muita bebida. Locais mais comuns: carro, praia, lugares públicos.



• Para aventuras, elas preferem desconhecidos ou "os amigos da noite", com quem mantêm uma amizade superficial.



• Os atributos físicos e a perícia amorosa do eleito contam mais do que qualquer coisa.





Perguntas sobre sexo sem compromisso eram recorrentes no recém-extinto programa Peep, da MTV, no qual as apresentadoras Didi Wagner e Penélope Nova e o médico Jairo Bouer respondiam a dúvidas sobre questões sexuais. "O fato de uma garota querer ter uma noite de prazer, extravasar a libido, não é mais visto com maus olhos", acredita Didi. Que o diga Viviane Silva, hostess de um bar na Vila Olímpia, em São Paulo, reduto de jovens de classe média onde as garotas estão cada vez mais desinibidas. "Elas chegam em grupo e pedem que eu as coloque em uma mesa perto de homens bonitos", entrega. A freqüentadora Camila Moreira, 21 anos, aspirante a cantora, dá nome e sobrenome e comenta abertamente o assunto – até com certo tom de desafio. "Saio à noite para 'caçar', sim, e faço sexo sem compromisso numa boa. Uma vez transei com um cara no banheiro de uma danceteria. Não sabia nem o nome dele", conta. Quais os pré-requisitos de um "ficante", como são chamados os parceiros eventuais? "Ser bonito, beijar bem e saber tocar uma mulher", lista. "Muitas meninas até gostariam de um relacionamento mais profundo, mas não acham homens dispostos a isso", analisa a terapeuta Cláudia Marra, do Instituto Kaplan. "Aí, descobrem que o prazer pode ser algo mais objetivo e concreto." Nem por isso deixam de tomar cuidado – muito cuidado – para não divulgar sua opção pelo sexo casual para além do clubinho de amigas que fazem o mesmo. "Transar com vários homens do mesmo grupo ainda dá o que falar", diz S., carioca, 20 anos, estudante de direito. "Por isso, sempre escolho bem as minhas aventuras." Em tempo: todas as garotas entrevistadas para esta reportagem juram por tudo que é sagrado que exigem do parceiro o uso de camisinha. Por precaução, também carregam um estoque na própria bolsa.







Colaborou Silvia Rogar,

do Rio de Janeiro













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NOTÍCIAS DIÁRIAS

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

PALAVRAS ...

Não existe certo ou errado!


Quando se fala de sexualidade é uma questão de entender a necessidade do outro . Problemas variados em torno do sexo povoam consultórios terapêuticos. Muitas pessoas ainda ignoram seu próprio potencial ou são impedidas de viver a plenitude do sexo pelas amarras do preconceito, pelo falso julgamento do “certo e errado” e, até mesmo, pela falta de conhecimento com o próprio corpo. Não existe o certo e o errado numa sexualidade saudável; existe sim, o somatório do querer com maturidade e cumplicidade ,sem forçar o outro e respeitando os limites de cada um dentro da relação.

Ednardo Bezerra

EDNARDO BEZERRA FALANDO SOBRE SEXUALIDADE NO ROL DOS MAIORES ESTUDIOSOS DO ASSUNTO..

A revolução sexual na visão dos grandes especialistas.




Foi no auge de 1968 que as proibições caíram por terra. Os códigos morais, religiosos e econômicos que reprimiam os impulsos de homens e mulheres foram contestados. A combinação de protestos estudantis, movimentos contra-cultura e contraceptivos levou à liberação sexual. As conquistas dessa revolução sobreviveram, mas seu valor ainda é contestado. "A verdadeira revolução sexual ainda está por vir", afirma a sexóloga francesa Elisabeth Daibleu.

O termo "revolução sexual" é comumente usado para descrever o movimento sócio-político testemunhado entre meados dos anos 1960 e início dos anos 1970. As mudanças estavam no ar e foram o estopim dos eventos que marcaram Maio de 68, que tiveram início quando alguns estudantes da Universidade de Nanterre exigiram o direito de dormir juntos nos dormitórios do campus. A partir daí surgiram novos códigos comportamentais relacionados à sexualidade em todo o mundo.

A sociedade foi modificada 40 anos atrás, mas ainda se vive sob regras arbitrárias, explica a psicóloga Marcela Lacube. "Acreditar que saímos de um mundo injusto para a liberdade total é um absurdo. Nós simplesmente mudamos os contratos, quem dá as cartas agora é o sexo e não o casamento. Um conjunto de regras sociais transformou a sexualidade de um simples ato de procriação a fundamento básico do nosso bem estar psicológico", diz a psicóloga Marcela Lacube, estudiosa da nova ordem sexual. "A copulação e a procriação, duas experiências da natureza humana que costumavam andar juntas, foram separadas por que assim optamos".

"A família passou a se organizar em torno do útero fértil das mulheres. Essa nova convenção permitiu a elas a oportunidade de optar pela gravidez, mas na sociedade contemporânea o homem não tem direito de pedir o aborto e isso o coloca diante da possibilidade de uma paternidade imposta. A liberdade de procriação não é completa, já que cobre apenas metade da população", explica Daibleau. Ainda que as feministas tradicionais vejam isso como "uma vingança contra os homens e o patriarquismo" é preciso entender o conjunto do que se vive. Após uma revolução que mudou radicalmente os parâmetros culturais as pessoas continuam extremamente presas a valores antigos, explica Lacube. "Não vivemos uma sexualidade livre da mesma forma que não vivemos numa sociedade livre. Ainda somos vítimas de pré-julgamentos impostos pela moral que permeia o meio em que vivemos, ainda que eles estejam camuflados", diz.

A forma como a lei encara a prostituição, o aborto e até mesmo certas práticas sexuais na maioria dos países não mudou muito desde 1968. O mesmo acontece com o tratamento dado às mulheres ou a casais homossexuais. "Durante a revolução sexual ninguém previu que casais homossexuais conquistariam o direito ao casamento, mas também não imaginavam que 40 anos depois muitos países ainda tratariam a relação entre pessoas do mesmo sexo como um ato criminoso", disse Lacube. "O mesmo vale para a liberdade feminina. Em muitos países as mulheres ainda são tratadas como uma mercadoria. Em outras sociedades elas mesmas se colocam nessa situação por acharem mais fácil aceitar as regras do que lutar contra elas. Muitas feministas devem se revirar no túmulo diante disso".

O feminismo existe há séculos, mas foi em 1968 que tomou forma como movimento no qual as mulheres lutavam por igualdade. Entre suas principais exigências estava o direito à educação, empregos e salários iguais. Hoje as reivindicações das mulheres incluem também o combate à violência doméstica (tanto física quanto psicológica), à exploração sexual e à situação precária ainda vivida por muitas mulheres em países maios conservadores. Mas muitos aspectos da luta feminista inicial persistem, como a luta pelo direito ao aborto, ainda ilegal em muitos lugares, e o salário que, na maioria dos casos, ainda é inferior ao dos homens.

A escritora Simone de Beauvoir, autora de análises sobre a opressão feminina e tratados sobre o feminismo contemporâneo, afirmava que "para uma mulher, a liberdade começa no útero". Com isso ela pretendia demonstrar que nenhuma liberdade é completa com a chegada de uma criança indesejada, sem falar na igualdade de salários ou educação. Grande parte dessa emancipação foi conquistada, mas o problema do casamento e da paternidade prevalece. "Os homens já não esperam casar com virgens, da mesma forma que há cem anos não esperavam casar com uma mulher que houvesse sido beijada. Os padrões mudam, mas a verdade é que sempre seguimos alguma regra", diz Elisabeth Daibleu.

A questão principal é que muito do que disseram ter mudado durante a revolução sexual não avançou, ou pior, regrediu. Segundo Daibleau, naquela época se pregava contra o casamento, quando na verdade a forma do casamento é que precisava (e precisa) ser alterada. "É difícil imaginar que continue a existir um contrato de exclusividade sexual e parceria doméstica no mundo em algumas décadas ou mais", ela diz. Mas não importa o quão liberal a sociedade se torne, as pessoas ainda se casam e têm filhos, pois isso significa poder dar às crianças de uma sociedade a proteção que elas precisam.

Certamente é difícil imaginar como as regras morais irão se adaptar às novas variações da sociedade, mas "precisamos de uma verdadeira revolução". A sociedade já mostra sinais de mudanças para uma maior abertura, mas 40 anos se passaram e mudamos pouco neste período. "Precisamos de um novo rompimento com as regras prevalecentes. Essa revolução permitirá a livre opção pela paternidade de ambos os lados. O uso de contraceptivos será aceito por todos os setores da sociedade, inclusive pelo Papa. As mulheres poderão viver a igualdade pela qual lutaram", afirma Lacube.

Enquanto essas mudanças reais não existirem, "a revolução de 68 continuará a ser um período de mudanças históricas que marcaram uma geração e influenciaram as próximas intelectualmente, mas que deixou muitas coisas para serem resolvidas depois. Ainda temos um longo caminho em direção à verdadeira liberdade", afirma Lacube.

Por este motivos reforça a tese do autor Ednardo de que a revolução esta acontecendo e mesmo em passos pequenos,mas os padrões de comportamento tem mudado radicalmente.

Não há de se aceitar uma regressão a idade média mas precisamente no séc xv onde as mulheres foram barbaramente assasinadas e tiveram seus direitos violados .

Existe uma natural expansão dos padrões da sociedade a medida que existe e se permite a evolução dos grupos sociais,não podemos afirmar que tipo de regras teremos daqui a 10 ou 20 anos ,mas com certeza podemos dizer que algo que era iimpraticavéll do ponto de vista moral da sociedade passara ser permitido pela adaptabilidade as variações existente na sociedade em evolução e por que não dizer em revolução. Afirma o estudioso Ednardo .

Conquistas da revolução sexual

• princípio do tratamento de doenças sexualmente transmissíveis

• uso de métodos contraceptivos como a pílula e a camisinha

• igualdade no seio da família

• mudanças nas relações entre homens e mulheres

• liberação das mulheres

• mobilização dos movimentos homossexuais

• início de uma maior comercialização e mercantilização da sexualidade através da pornografia

• relaxamento da censura

MINHA PROPOSTA REVOLUÇÃO SEXUAL VISÃO DO AUTOR NO LIVRO CORAÇÃO LIBERTÁRIO

MINHA PROPOSTA: A REVOLUÇÃO SEXUAL












Falar sobre infidelidade, e direcionar nossa curiosidade sobre um tema complexo, assumimos a responsabilidade em compreender o sentido do casamento e da conjugalidade e seus significados no processo histórico.



Entendemos que a relevância cientifica do estudo da infidelidade, Por um olhar amplo e cuidadoso, respeitando os diversos paradigmas: biológico, evolucionista, psicanalista, sociocultural, e ate mesmo sua influencia na literatura mundial, atende a uma necessidade social explicita.



“Onde não cabe olhar o fenômeno para fazermos um julgamento moral, mas sim sua participação na construção da subjetividade”.



Sem duvida é uma questão que muito aflige e tortura os cientistas sociais contemporâneos, que é a que se refere às causas da liberação sexual.

No século XX, onde a diminuição da religiosidade, o crescimento dos anticoncepcionais, a emancipação da mulher, os avanços tecnológicos são as maiores causas apontadas para a revolução sexual.



Com isso, surge de fato um maior liberalismo a respeito de tal assunto, de forma que passou a surgir um aumento na relação sexual antes do casamento, uma vida sexual mais livre, principalmente para a mulher, e até mesmo ocasiona um aumento sobre o estudo da própria sexualidade, dando desta forma, uma relação de comunicação mais espontânea e franca entre os casais sobre o sexo, e isto pode causar uma melhora na qualidade das relações entre marido e mulher.



Visto que a manutenção de um casamento é cercada de vários aspectos, entre eles, o diálogo que é muito importante e, se a revolução sexual pode vir contribuir com este dialogo desde que haja liberdade para se discutir esta questão da sexualidade e os seus efeitos.



Pressupõe-se que também pode muito contribuir para que a relação conjugal possa tornar-se mais estável, visando um círculo maior entre o casal.



EDNARDO BEZERRA

RETIRADO DO LIVRO CORAÇÃO LIBERTÁRIO

LIVRO CORAÇÃO LIBERTÁRIO QUE FALA SOBRE SEXUALIDADE NA ATUALIDADE EM FASE DE LANÇAMENTO CONFIRA A CAPA!!!COM A ESPOSA DO ESCRITOR EDNARDO BEZERRA

ELEODÁRIA BEZERRA

PHILIPPE RAMMON FILHO DO EDNARDO BEZERRA REVELAÇÃO EM TUDO QUE FAZ! UNICLINIC ESTE VOLANTE É SHOW!!!!DE BOLA!!!!!

VALEU !PHILIPÃO KAKA SE CUIDA......

ESTA FRASE VEIO DE UMA CRIANÇA A GENTE CONTROLA A GENTE! RAPHAEL RABI FILHO DO ESCRITOR EDNARDO BEZERRA


 NO HIPISMO JUNTO COM SEU PAI!ESTE GAROTO É DEMAIS!!!!

QUANDO NASCEU ... DISPUTOU ENTRE 35 MIL CRIANÇAS E FOI O FINALISTA GAROTO HIPODERME!!



É SHOW ESTE GAROTO!!!!

ESTE MENINO JÁ NASCEU CAMPEÃO!!!FILHO DO ESCRITOR E MOTIVADOR EDNARDO BEZERRA




EM PISTA DE KART ELE SE REVELA UM GRANDE TALENTO!PARABENS RAPHAEL
1-LUGAR GERAL

terça-feira, 20 de outubro de 2009

HOJE É O MEU DIA !!!OBRIGADO MEU DEUS!!!!! 20 DE OUTUBRO DE 2009

Como é bom poder completar mais um ano de vida e cheio de motivos para comemorar os meus anos de vida ao lado da minha familia, minha esposa e meus dois filhos maravilhosos.
O meu eterno Deus tem me protegido e me ajudado sempre e com ele fomos capazes de romper fronteiras  e realizar de forma corajosa todos os dias de nossas vidas.

obrigado meu  JESUS!!!!!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ESTE PROGRAMA É SHOW!DA TV CLUBE DE PERNAMBUCO...


EDNARDO BEZERRA INDICA !!!


EDNARDO BEZERRA INDICA COMO MELHOR PROGRAMA


EDNARDO BEZERRA INDICA COMO MELHORES REVISTAS DO MOMENTO!


Pesquisa aponta que casais preferem manter relacionamento após uma traição!






Larry – Tem algo errado. Fala. Você vai me deixar? Andam se vendo?



Anna – Sim.



Larry – Desde quando?



Anna – Desde meu vernissage no ano passado... Desculpe, você é...



Larry – Não diga isso! Não venha me dizer “Você é bom demais para mim”. Eu sou, mas não diga. Está cometendo o maior erro da sua vida. Tomou banho porque tinha dormido com ele? Para tirar o cheiro dele? Para se sentir menos culpada? Como se sente?



Anna – Culpada.





O diálogo acima pertence ao roteiro de Closer, peça de teatro escrita por Patrick Marber, que ganhou popularidade após a montagem para o cinema. Ele é parte de uma história de amor, traição e mentiras que perpassa a vida de dois casais, vividos por Julia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Pertence à cena em que Anna, personagem de Julia Roberts, conta ao marido, Larry, interpretado por Owen, que o está traindo. Enquanto ela tenta encontrar uma explicação direta, o companheiro esmiúça a traição. Quer saber os detalhes. Onde foram os encontros? Como foi o sexo? Se ela gosta de dormir mais com ele ou com o amante?



O tema da infidelidade ainda é um tabu. Muitos o tratam de forma velada, não se sentem completamente à vontade para se definir como traídos ou traidores. Embora pesquisas mostrem que homens e mulheres admitem já ter traído, a expectativa é de que os números sejam bem maiores do que o divulgado. Se é fato que a traição é um problema enfrentado pela maioria dos casais, alguns estudos mostram que ela ainda é assunto varrido para debaixo do tapete.



O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) constatou que apenas um em cada quatro brasileiros casados espera que o parceiro seja fiel. Isso significa que 75% das pessoas casadas acreditam que serão traídas. Já a pesquisa quantitativa com 1.279 homens e mulheres do Rio de Janeiro, coordenada pela antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, revelou que 60% dos homens e 47% das mulheres se confessaram infiéis.



Embora os motivos apontados por ambos para a traição sejam diferentes, a infidelidade conjugal tem sempre o mesmo culpado: o homem.



– Eles justificam suas traições por meio de um suposto instinto masculino. Já as mulheres dizem que seus parceiros, com suas faltas e galinhagens, são os verdadeiros responsáveis pelas relações extraconjugais delas. Ou seja, no discurso, a culpa da traição é sempre do homem: seja por sua natureza incontrolável, seja por seus defeitos no que diz respeito ao relacionamento – explica a antropóloga.



Segundo a pesquisa, ainda que a fidelidade seja apontada como valor indispensável à saúde da relação (deixando o amor em segundo lugar), a intolerância a traições é um mito.



– Ao contrário do que se pensa, a maior parte dos casais que passa por essa situação não se separa. A maioria tenta superar – garante o psicólogo Enrique Maia, apoiado em pesquisa realizada pela colega de profissão Arlete Gavnaric, coordenadora da Pós-Graduação em Terapia Sexual da Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo.



O levantamento promovido pela especialista aponta que 70% dos casais que deparam com situação de infidelidade seguem juntos. Mas o dilema que os assola diz respeito ao perdão. Palavra bonita, de significado redentor, mas de difícil execução prática. Exorcizar o fantasma da desconfiança não é fácil. Se o telefone toca, os olhos se arregalam; a cerveja do fim do dia com os amigos vira uma prova de fogo; o assunto volta a cada discussão. Retomar o relacionamento de modo sadio demanda diálogo, o que não significa detalhar a traição em miúdos, atitude dolorosa e pouco eficaz.



Estabelecer papéis de vítima e carrasco também não ajuda na recuperação. Segundo o psicólogo Enrique Maia, o traído sempre se colocará como vítima. A recomendação é que cada um busque identificar seu espaço na relação para reforçar o que uniu os dois.



– O sofrimento é inevitável, mas é possível superá-lo. Perdoar também significa lidar com a dor sempre que a traição é lembrada – reforça Enrique.





Há quem ria da própria desgraça



Ele chegou em casa e encontrou a mulher e o melhor amigo na cama. Foi em 1982. Hoje, entende que teve culpa na traição da ex.



– Eu juntava os amigos e ficava na rua de sexta-feira até segunda – lembra.



Mais nova, a companheira o traiu com um dos amigos de farra.



– Caí em decadência. Considerava ele um grande amigo. Na hora, quis matar, esfolar. Naquela época, principalmente aqui, corno só lavava a honra desse jeito – explica Pedro Soares, fundador da Associação dos Cornos de Rondônia (Ascron), órgão pioneiro na defesa dos traídos, que incentivou a criação de organizações similares em Estados como Ceará e Paraíba.



Até decidir dar novo rumo à experiência de ser traído, Pedro Soares passou por maus bocados.



– Fui até em macumbeira para ver se ela voltava. Queria a mulher de volta com chifre e tudo – lembra, aos risos.



Diante da recusa da ex-parceira, ele concebeu um novo pensamento sobre a traição: o de solidariedade.



– Tem muita gente que sofre por isso. Hoje, a associação conta com psicólogo e advogado para que o traído, além de levar o chifre, não fique pobre – diz.



A associação tem 5,8 mil filiados. Segundo Soares, há até deputados e vereadores em seu quadro. A entidade também se abriu ao longo dos anos para receber traídos dos dois sexos e de outras orientações sexuais. Antes, só homens heterossexuais eram aceitos.



– A infidelidade não escolhe. Todo mundo pode ser vítima – justifica.



Soares diz-se orgulhoso do trabalho que fez na capital de Rondônia, onde fica a sede da Ascron.



– Aqui, antes, quem era traído lavava a honra com sangue. Hoje, as pessoas preferem procurar ajuda.


FONTE:
ZERO HORA





Aceitar a infidelidade não significa perdoar. E falar sobre o assunto ainda é um tabu.

Foto:Genaro Joner

Você já teve de lidar com um episódio de infidelidade? Como reagiu?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

IGREJA GETSEMANI COLOCA ARTIGO SOBRE ESCRITOR EDNARDO BEZERRA NO MINISTERIO DO PASTOR JORGE LINHARES EM MINAS GERAIS

www.getsemani.com.brhome


Escritor e  Pastor Jorge Linhares- AmaDeus  Ministério com Famílias CPEMG Centro Apologético Filhos de Pastores Juniget Loucos por Jesus Ministros da Alegria  E SITES INTEGRADOS DO MINISTÉRIO FENASP ARTIGOSSegunda-Feira, 24/11/2008, 19h58m


Não adianta apenas ganhar a vida, aprenda viver        http://www.getsemani.com.br/

ARTIGOS.COM

Ilustração



Passe mais tempo com seus filhos, ande de bicicleta, faça uma viagem inesquecível

Sabem muitos no dia de hoje muitos pensam em ganhar dinheiro e juntar bens materiais, conquistar grandes feitos, casas e carros e posição social, mas, contudo isso não consegue ser feliz.

Falta-lhes algo e deste algo que vamos conversar um pouco, das perguntas que muitas vezes nos fazemos e dos sofrimentos que nos deixamos permitir, isso mesmo DEUS PROJETOU CADA UM DE NÓS PARA SERMOS FELIZES! E por mais que não queiramos acreditar fazemos nossa própria vida e nela se incluem as nossas escolhas.

O que você tem escolhido para sua vida? Como tem vivido os seus dias? Sofrer é uma questão como você tem encarado os seus problemas.

Não dê maiores dimensões a eles e se eles existirem com certeza você os criou de certa forma vivendo como você tem vivido que resultado teria? Amamos a vida e nos preocupamos tão intensamente com ela que não vivemos somente passamos por nossa vida.

Este recado é um alerta para olharmos a direção que temos dado a nossa existência no todo.

O universo é grandioso e tudo que nos acontece faz sentido ou deve fazer sentido.

Viver não é apenas estar bem materialmente e com uma conta bancária invejável.

É algo bem mais forte, estar vivo além de respirar é sentir-se absolutamente vivo plenamente capaz de se sentir apto a aprender sempre.

As palavras não são meramente letras elas refletidas fazem sentido para mim e para você.

Construa algo do qual na sua vida não tenha que olhar para trás e ter que se arrepender.

Elimine sentimentos de rancor e ódio, de dor e de complexos, tristeza, inveja e tudo que torne teu fardo pesado.

Abuse da liberdade de ser feliz de ser amigo de poder perdoar e de poder criar os caminhos da sua própria vida.

Sabe aquela pessoa que você não consegue perdoar tente novamente.

Alguém te fez sofrer perdoe.

Ame mais e seja completo em tudo que fizer.

Tenha Fé antes de tudo acredite em Deus e na capacidade de amor incomparável que ele tem por nós!

Fale baixinho com ele peça uma nova chance para poder aprender a viver independente de como você tenha vivido até aqui.

Escute a voz do teu coração ele não pode sofrer e cada batida dele seja emocionante para tua vida.

Desligue o celular por algum tempo, olhe o que tem a sua volta.

Isto ou aquilo que você nunca mais tinha dado atenção.

Quem sabe até você não tenha percebido há quanto tempo você não pára para ver a sua vida!



Não perca tempo!

Passe mais tempo com seus filhos, ande de bicicleta, faça uma viagem inesquecível, cuide da natureza, pratique esportes, seja mais amigo, não se deixe irritar, fique calmo, tranqüilo, olhe os pássaros, as árvores, o céu, as nuvens, visite pessoas, ajude alguém, fale do amor de Deus para as pessoas.



VIVA INTENSAMENTE CADA SEGUNDO SEJA FELIZ SUA VIDA É UM PRESENTE DE DEUS E ELE ESTARA COM VC SEMPRE!



EDNARDO BEZERRA



Adaptação Getsêmani Internet

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ARTIGO DO ESCRITOR EDNARDO BEZERRA COMO TER SUCESSO EM SUA VIDA RODA O BRASIL INTEIRO NA COMUNIDADE M ARTIGOS BRASIL!!!!!!!


ARTIGO DO ESCRITOR EDNARDO BEZERRA VIRA NOTICIA NO BRASIL INTEIRO




Não adianta apenas ganhar a vida aprenda a viver !




EDNARDO BEZERRA PARTICIPA DA VIA 6 NA ARÉA DE MOTIVAÇÃO


EDNARDO BEZERRA DAR PALESTRA CSU A CONVITE DO DIRETÓRIO DO PT


UMA HISTÓRIA DE SUCESSO MAIS DE 20 ANOS EDNARDO BEZERRA NA PETROLÉO BRASILEIRO


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EQUIPE DO GOVERNO CONVIDA EDNARDO BEZERRA PARA MINISTRAR PALESTRA  "ADMNISTRANDO CONFLITOS" E ÉTICA POLITICA.
A COMPANYM JÁ DESENVOLVEU PALESTRAS E CURSOS DE MOTIVAÇÃO EM VÁRIOS ESTADOS DO BRASIL.



 
PARABENS PARA EQUIPE COMPANYM

EDNARDO BEZERRA INDICA PROGRAMA DE SEXUALIDADE...



Apresentado por Regininha Duarte, Manias de Você é um programa adulto para quem gosta de saber tudo sobre sexo, de uma forma orientada e temas com conteúdo informativo, tratando assuntos ligados à sexualidade e comportamento.

Sexo em revolução ..as mulheres mudam as regras...1X0.....

ESCRITOR E SUA ESPOSA 
A verdade é querendo ou não caminhamos dentro de uma revolução sexual e no meu entender especificamente não entendemos ou fugimos deste tema.
Mas chega de hipocrisia pois o mundo esta evoluindo  e sobremaneira as regras do jogo estão mudando literalmente, algo que não era aceitavél hoje já passa ser visto com mais naturalidade e assim as culturas vão se adaptando as pessoas e as pessoas a uma nova visão social.
tudo que lhe fora dito um dia de certa forma pertenceu a visão de outras pessoas e consequentemente tinha um contexto histórico e cultural que limitava isto ou aquilo como padrão aceitavél.
Mas não podemos esquecer que a sociedade não fica estagnada no tempo,o mundo esta inserindo as mais diversas formas de vida em segundos..
e são os segundos que nos levam ao nosso modo de encarar as coisas...
Quando falamos em sexo também é assim é uma linguagem universal que é variavel em cada lugar onde é praticado,o modo , a forma de interação e porque não dizer a forma que os participantes preferem e de que forma acham bom fazer.
Não existem receitas magicas existe o prazer e pronto,e nada melhor e mais indicado que nós mesmos para fazermos da forma que acharmos melhor.
Chega de puritanismo em nome da Infelicidade e que somente alardeia as pessoas que de tão regradas passam a ser robotizadas SEM emoções em troca depois de muita angustia e um volume de infelicidade tão demasiado que certamente não teram prazer em nada.
Percebo que todos fazem parte desta revolução sexual em maior ou menor intensidade,quem não lembra de como eram os namoros, paqueras antes?e como as pessoas viam o casamento?pois é ta tudo mudando mesmo que lentamente,mas esta mudando!
Eu apostaria que para melhor pois as mulheres estão saindo do papel de escravas dos seus senhores para viver a vida e ai os machistas não aguentam ver as mulheres crescendo em tudo inclusive na participação de uma sociedade mais igualitária.
Chega de serem somente donas de casa e maquinas de fazer meninos e meninas, por trás destas guerreiras existem mulheres que também revolucionam a sexualidade no mundo.
O fato é que era muita clara para a sociedade a limitação dos direitos destas e quando essas mulheres brigaram por seu espaço a coisa mudou...
e mudança revoluciona costume..
e a mudança de costume revoluciona a sociedade...
sem elas não nada faria sentido algum nada mais justo que caminhemos para uma sociedade que saiba enteder que os direitos são iguais em qualquer ordem e maneira.
as mulherem são maravilhosas e sem elas, sem o puro sexo não teriamos chegado a revolução sexual...
revolucione sua maneira de pensar e estabeleça uma relação que não sufoque os benditos amores que depois de algum tempo so deixam cicatrizes na alma.
revolucione seus desejos e formas para então perceber que a forma vazia e deprimida que te levou até aqui pode ser colorida, alegre e transbordante de prazer e vida.
Admita e se interrogue quantas vezes forem precisa se a tua forma de vida lhe faz infeliz ou não e pare de se culpar diante da tua propria entrega ao nada que so faz vc nada..
ouse e se ame ao ponto de revolucionar as tuas crenças e os critérios que te guiaram em uma vale triste e sem saída..
entregue-se sem cobranças da exclusividade idiota que só te afasta dos que te amam  e fogem de  voçê devido as imposições abslotutista de uma ignorância.
 Nada melhor que viver a liberdade de sermos felizes e completos sem termos que olhar nos olhos uns dos outros sem a culpa de não ter sido nós mesmos...
e o pior arrancando do outro sua forma de viver e ver o mundo e de poder optar pela sua vida...
revolucione-se e viva a vida!!!!

EDNARDO BEZERRA
ESCRITOR